Desde que as eleições diretas foram
conquistadas por uma necessidade
econômica da burguesia e do patronato e exigência do mercado internacional, foi
dada a permissão a essa democracia que temos, que passou a ser um problema para
mim e para a sociedade leal e honesta.
Acreditam os positivistas e otimistas, que a democracia foi uma conquista, e que apesar das suas contradições é o único sistema capaz de nos trazer a paz, justiça e felicidade. Nos traz o sonho da liberdade (relativa), inclusão, igualdade de gêneros, distribuição de renda, tolerância, oportunidades, etc. Esse discurso que ouvimos como crianças desde de 1983 e tem nos embalado a vida, e que tudo é possível mudar através do voto.
Acreditam os positivistas e otimistas, que a democracia foi uma conquista, e que apesar das suas contradições é o único sistema capaz de nos trazer a paz, justiça e felicidade. Nos traz o sonho da liberdade (relativa), inclusão, igualdade de gêneros, distribuição de renda, tolerância, oportunidades, etc. Esse discurso que ouvimos como crianças desde de 1983 e tem nos embalado a vida, e que tudo é possível mudar através do voto.
Na transição para democracia em 1985 foi presidente imposto para a transição, para ajeitar, esconder, maquiar o regime militar, um ministro da ditadura militar travestido de libertador, que veio a falecer na data da posse como Mártir mineiro, como havia sido o outro com cara de Jesus também militar, alferes para ser mais exato. Seu vice Ulisses fundador do MDB, hoje PMDB o partido mais ladrão da história desse País, que desapareceu no mar, como o mito grego. Diante dessa tragédia, se assim pode-se dizer, sobe ao poder a burguesia, aliada militar com seu representante José Sarney, uma resistência do militarismo em largar o osso e com promessas de não se manchar o golpe militar de 64 e preparar a transição.
A democracia no Brasil é cheia de mazelas, assim
ela se iniciou. Na nossa 1ª Eleição direta em 1989, elegemos um caçador de
marajás que se descobriu levar a vida do próprio, um “bunitão” que arrancou
suspiro de muitas mamães, que hoje estão por ai hipocritamente defendendo LULA
ou se ajoelhando para Bolsonaro. Ele foi destituído pelos ciumentos de plantão
em grande festa popular, porque queria tudo para si, caiu, mas regressou como
Senador. Pasmem: Ele não foi preso, saiu totalmente inocente e nem se cogita
colocar o seu nome em pauta de investigação.
Elegemos então em 1994, um sociólogo, que namorou com o PT (Partido do Trabalhador) e ajudou a criar o PSDB (Partido Socialista Democrático Brasileiro), um suposto partido socialista travestido de social democracia, historicamente sabemos alguns de nós, o que fez a social democracia com as organizações socialistas e com as internacionais, ficava claro que esse namoro nunca daria certo.
Fernando Henrique Cardoso sobe ao poder e fica por 8 anos, ganha de LULA novamente em 1998, com política de privatização, frases de efeito, que não mudou em nada a situação do trabalhador no que diz respeito a distribuição de renda, só aumentou a miséria de todos, com a falácia frequente do “tudo é direito de todos”.
Finalmente sobe ao poder Luiz Ignácio LULA da Silva, em 2002 com o discurso “ trabalhador no poder” e depois em 2006 “vamos acabar com a fome e o analfabetismo nesse País”, um burocrata social democrata de esquerda, que em nome do trabalhador, assume uma política assistencialista que não transforma e nem leva o trabalhador ao poder, o trabalhador continua sua vidinha medíocre feliz com as esmolas de um salvador da pátria, cria muitos cordeiros e arrebanha adoradores, faz se um mito e dá tiros no próprio pé. É punido pela empáfia, com a judicialização da política e da politização da justiça, que ele próprio permitiu, aliados cruéis da falta de ética,(lembrei-me da política de café com leite, quando se alternavam no poder Minas e São Paulo, quando o trato foi descumprido ganhou o Rio Grande do Sul) talvez os traidores dele conseguissem o intento agindo eticamente, porque indícios sempre houveram, pois a classe política do País como um todo quando entra na lama, popde até não sujar a roupa toda, mas os pés não é possível limpar, não venham com a hipocrisia de que alguém é inocente, principalmente quando se recorda das alianças.
Ora, é justamente essa liberdade de votar que me tira o sono, essas muitas contradições. Desde as diretas já, os governos eleitos, governos democráticos, em votações ditas “honestas”, são onde se pode visualizar de histórica corrupção, talvez somente aos democráticos isso é possível. Agora nos deparamos com um tal Bolsonaro, um bossal de direita, falso moralista, machista, preconceituoso, fomentador da discórdia e da tortura, na disputa de igual para igual com os neo - liberalistas e nossa esquerda festiva. Quando votar se pergunte: Será que alguém vai mudar alguma coisa, em eleições de cartas marcadas.
Houve um tempo que a esquerda chamava a ONU de instrumento representativo do patronato e da burguesia, hoje se apoiam em suas decisões e na sua postura no que diz respeito ao LULA, elogiam a mídia americana, etc. Acorda Zé Ninguém! As eleições pertencem à burguesia, ela conduz os acontecimentos, assegura o poder, depois festeja com os trabalhadores.
Em que lugar do mundo um País se livrou da exploração, da miséria, da fome através das eleições? Somente indo as urnas para dizer não as eleições digitando 00.
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