Segundo o materialismo histórico, o conteúdo total da
consciência depende das necessidades econômicas, que, por seu turno, se
encontram em perpétua evolução. Isto se aplica de modo peculiar à moral, à
estética e à religião.
No que se refere à moral, o materialismo dialético não reconhece nenhuma lei eterna: cada classe da sociedade possui sua moral própria. O proletariado, que é a classe mais apta para o progresso, tem como regra moral suprema que só o que contribui para a destruição do mundo burguês é um bem moral.
Em estética, as coisas complicam-se um pouco mais. Temos de convir que na realidade, nas próprias coisas, reside um elemento objetivo que serve de base à nossa apreciação estética e faz que uma coisa nos pareça ser bela ou feia. Mas, por outro lado, a apreciação depende igualmente da evolução das classes: visto cada classe possuir suas necessidades próprias, por isso mesmo julga de maneira diferente. Donde se infere que a arte não pode ser separada da vida, senão que deve tomar parte na luta de classes; ela deve representar os esforços heróicos do proletariado em sua luta pela construção do mundo socialista (realismo socialista).
Finalmente, em matéria de religião, a teoria também difere um tanto. Segundo os materialistas dialéticos, a religião não é mais do que uma trama de afirmações falsas e fantásticas condenadas pela ciência. Só a ciência nos permite conhecer a realidade. A religião originou-se no temor: os homens, sentindo-se impotentes diante da natureza, e em seguida diante dos exploradores, divinizaram e adoraram estas potências, e por esta forma encontraram na religião e na crença no Além uma consolação que não podiam encontrar em sua situação de escravos explorados. Mas para os exploradores (senhores feudais, capitalistas, etc.) a religião constitui um excelente meio de conter as massas: por um lado, exorta-as a se manterem submissas aos que as exploram; por outro lado, mediante a promessa de um destino melhor após a morte, desvia-as da revolução. Mas o proletariado, que a ninguém explora, não necessita de religião. Enquanto a moral e a estética simplesmente terão que se modificar, a religião deve desaparecer completamente.
No que se refere à moral, o materialismo dialético não reconhece nenhuma lei eterna: cada classe da sociedade possui sua moral própria. O proletariado, que é a classe mais apta para o progresso, tem como regra moral suprema que só o que contribui para a destruição do mundo burguês é um bem moral.
Em estética, as coisas complicam-se um pouco mais. Temos de convir que na realidade, nas próprias coisas, reside um elemento objetivo que serve de base à nossa apreciação estética e faz que uma coisa nos pareça ser bela ou feia. Mas, por outro lado, a apreciação depende igualmente da evolução das classes: visto cada classe possuir suas necessidades próprias, por isso mesmo julga de maneira diferente. Donde se infere que a arte não pode ser separada da vida, senão que deve tomar parte na luta de classes; ela deve representar os esforços heróicos do proletariado em sua luta pela construção do mundo socialista (realismo socialista).
Finalmente, em matéria de religião, a teoria também difere um tanto. Segundo os materialistas dialéticos, a religião não é mais do que uma trama de afirmações falsas e fantásticas condenadas pela ciência. Só a ciência nos permite conhecer a realidade. A religião originou-se no temor: os homens, sentindo-se impotentes diante da natureza, e em seguida diante dos exploradores, divinizaram e adoraram estas potências, e por esta forma encontraram na religião e na crença no Além uma consolação que não podiam encontrar em sua situação de escravos explorados. Mas para os exploradores (senhores feudais, capitalistas, etc.) a religião constitui um excelente meio de conter as massas: por um lado, exorta-as a se manterem submissas aos que as exploram; por outro lado, mediante a promessa de um destino melhor após a morte, desvia-as da revolução. Mas o proletariado, que a ninguém explora, não necessita de religião. Enquanto a moral e a estética simplesmente terão que se modificar, a religião deve desaparecer completamente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário